Notícias

Veiling na mídia

Plataforma Digital, o aprimoramento da arte de negociar

05 Novembro 2020 - Categoria: No mundo

“É preciso inovar quando se pode, e não quando for inevitável”.

- André van Kruijssen

A disputa pelo mercado de flores e plantas ornamentais sempre esteve atrelada a competitividade na qualidade dos produtos e serviços disponibilizados. Tanto um quanto outro, evoluíram consideravelmente nos últimos anos e, a exemplo de outros mercados, a Cooperativa Veiling Holambra empenhou-se em oferecer a seus sócios e clientes ferramentas e dispositivos para que esta evolução não só acompanhasse as necessidades do setor, mas também norteasse todo o mercado, sendo referência para toda a cadeia produtiva e comercial atuando com a maior e melhor plataforma física e digital do segmento.

Os primeiros passos para essa evolução foram dados há alguns anos, entre 2011 e 2012, e se consolidou no final de 2017, quando a CVH realizou a compra de 60% das ações da empresa Match Online Brasil. Uma aquisição que propiciou muitos avanços nas operações da cooperativa, entre elas, o desenvolvimento de novos dispositivos operacionais exclusivos, visando às necessidades de sócios, clientes e da própria CVH. Uma emancipação que reduziu a dependência de outras empresas e possibilitou ter o domínio do software Match Online no Brasil, disponibilizando e implantando-o para sócios e clientes em todas as suas vertentes (atacadistas, autosserviços e operadores logísticos, entre outros); além de, melhorar a qualidade nas informações e agilidade operacional, refletindo no aumento de vendas e negociações, e conectividade integrada perante o Produtor, CVH e Clientes, entre tantos outros ganhos.

A implantação do sistema permitiu também avanços com relação à coleta de informações mais precisas e detalhadas, atualizando dados dos sócios e avaliações técnicas possibilitando a efetivação do sistema.

“Este foi, sem dúvida, um passo importante para auferir ainda mais credibilidade à nossa instituição perante não só ao mercado brasileiro, mas também internacional”, comenta André van Kruijssen, diretor executivo da Cooperativa Veiling.

“É preciso inovar quando se pode, e não quando for inevitável” - continua o diretor - “Há cinco ou seis anos, muitos de nossos sócios achavam que seria um grande investimento, considerando que o mercado brasileiro ainda estava distante deste tipo de transação comercial à distância; porém, hoje perante a situação em que nos encontramos com a pandemia, vemos como isso fez toda a diferença neste momento”.

A transformação e o avanço no desenvolvimento do setor - A evolução digital no segmento de flores e plantas foi rápida e se expandiu a olhos vistos. Processos, técnicas e sistemas receberam inúmeras contribuições desse avanço tecnológico na última década, cooperando diretamente para a eficiência de todo o setor, encurtando os elos da cadeia produtiva e comercial, e colaborando para minimizar custos, além, é claro, de suprimir burocracias e agilizar diversos procedimentos complexos.

Da produção ao ponto de venda, a implantação de recursos digitais proporcionou também ações mais efetivas no mercado. “Estas ferramentas têm sido de grande importância para dinamizar as negociações estrategicamente, tanto dentro das empresas produtoras, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte, quanto para atacadistas, autosserviços, e até mesmo nos pontos de vendas, integrando assim, de forma concreta, todos os elos da nossa cadeia”, argumenta André.

Outro ponto de destaque deste progresso é com relação às informações geradas, e o potencial deste conhecimento em prol do sucesso e da confiabilidade em todos os procedimentos envolvidos. Como pudemos constatar vivenciando a pandemia, este é um cenário que promete ser de grande valia para apontar estratégias comerciais em todos os sentidos para os próximos anos.

Segundo o executivo, o mercado de flores e plantas no Brasil tem um potencial enorme, e está só no início de seu desenvolvimento. Este crescimento pode ser realizado pela digitalização, ou seja, usar sistemas e webshops não só para o controle e gerenciamento das produções, mas na totalidade da cadeia, passando por todas as etapas que envolvem o produto, e principalmente para disponibilizar uma oferta maior para os clientes finais, sete dias por semana, vinte e quatro horas atuando.

Contudo, André avalia também que, diferentemente do mercado europeu, no Brasil o mercado reage diferente à implantação de novas ferramentas comerciais, além disso, o próprio mercado de flores e plantas no país ainda possui certa resistência por parte de alguns usuários mais conservadores. No entanto, isso está mudando, e não há dúvidas que a implantação do sistema veio para desenvolver ainda mais toda a cadeia, uma vez que o gerenciamento digital ajuda a perceber e identificar falhas ou mesmo números que não eram mensurados durante os processos.

“Temos que levar em conta que nossas operações são bastante complexas, trabalhamos com um grande número de produtos, com diversas variedades, negociadas em quantidades diversas e específicas para cada tipo de segmento de mercado, resultando assim em um número enorme de transações e dados. É quase impossível atender de maneira rápida e minimizar erros sem a utilização de dispositivos inteligentes ao processo”, avalia o diretor.  

A adoção da digitalização pelos produtores resultou não só no aumento da eficiência dentro das produções, mas também nas vendas. Além do planejamento de plantio e cálculo de custos de produção, o sistema ainda contempla a gestão completa dos pedidos e as negociações diretas através das ferramentas comerciais, como o Veiling Online (webshop atacadista), Klok (leilão presencial), sistema LKP (Lance Klok Precificado – compra antecipada de produtos ofertados no leilão), Intermediação (negociação de produtos perante pedidos) e contratos antecipados (mercado futuro). 

Por outro lado, André destaca também que a digitalização dos processos permite que empresas de diferentes tamanhos tenham as mesmas possibilidades comerciais se forem suficientemente eficientes. “Na era digital, o tamanho de sua empresa não faz diferença”, comenta. “Para estas empresas a digitalização chegou em um momento propício, uma vez que a dinâmica virtual gerada pelas redes sociais está cada vez mais aliada à comercialização de produtos em todos os tipos de segmentos”, explica o CEO. “Na outra ponta temos a continuidade de todo o processo comercial, pois o ponto de venda está em contato direto com o consumidor final e, dessa forma, acaba por ser um influenciador fundamental para que as tomadas de decisão no início da cadeia tenham resultados satisfatórios tanto para ele, quanto para os outros elos envolvidos”.

Está provado que a velocidade das informações comerciais permite ações rápidas e adequações de acordo com as necessidades dos clientes ou do próprio mercado. Segundo André, esta é, sem dúvida, um recurso valioso para garantir a perenidade e resistir a tempos turbulentos. “Aquele que estiver mais bem preparado e se adaptar mais rapidamente às mudanças e condições impostas, certamente se sairá melhor perante cenários cada vez mais competitivos”, finaliza.

Notícias Recomendadas

Cultivando um mundo melhor - Responsabilidade Social

A Responsabilidade Corporativa diz respeito ao modo de como ela...

Leia Mais

Univeiling – desenvolvimento e estratégia no universo das Flores e Plantas

Com foco em qualificação, relacionamento e estratégia de negócios a...

Leia Mais

Plataforma Digital, o aprimoramento da arte de negociar

“É preciso inovar quando se pode, e não quando for inevitável”...

Leia Mais
Ver mais notícias +